segunda-feira, 30 de maio de 2011

BALA DE GENGIBRE


BALA DE GENGIBRE

( Receita indicada por: maria luisa silvamoreira (maria luisa) Cybercook)

Categoria: Sobremesas

Ingredientes
- 1 kg de açúcar refinado
- 100 g de gengibre ralado (ralo médio)
- 1 colher de (sopa) margarina
- 1 copo (tipo americano) de suco de limão
- Margarina para untar

Modo de preparo
Numa panela fora do fogo,
misture açúcar refinado com gengibre
ralado, margarina e suco de limão.
Leve ao fogo médio (sem mexer) e deixar ferver até dar
o ponto de
bala (aproximadamente 15 min).

Dica: para ver o ponto de bala, é só encher um prato
com água
gelada e ir pingando a calda até obter o ponto de bala
dura.

Despeje a bala de preferência num mármore untado com
margarina.
Com a massa ainda quente (suportável ao toque das
mãos), retire
pequenas porções pelas bordas (do tamanho que desejar
fazer a
bala), pois as bordas esfriam primeiro e endurecem
rápido.
Faça bolinhas com a palma das mãos ou no formato que
desejar.

Dica: untever vídeo as mãos com margarina para não
grudar. Vá colocando
sobre uma superfície untada com margarina até que as
balas
estejam frias.
Depois de frias, embrulhe-as em papel celofane.

Para fazer pirulitos:

Retire porções um pouco maior da bala e faça uma
bolinha e espete
em palito próprio para pirulito, tomando o cuidado para
que o
palito não se desprenda da bala.

Coloque os pirulitos sobre superfície untada com
margarina, deixe
esfriar completamente e embrulhe em papel celofane.

Tese de Guerdjef




Dizia ele: "Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente vale como principal".
Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris. Dizem os "experts" em comportamento que, quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade interior.
Ei-las:
1) Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
2) Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
3) Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso,consciente de que nem tudo depende de você.
4) Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
5) Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, casa,no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
6) Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos,o eterno mestre de cerimônias.
7) Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas..
8) Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
9) Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10) Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto ansiedade e tensão. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11) Família não é você. Está junto de você. Compõe o seu mundo,mas não é a sua própria identidade.
12) Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trave do movimento e da busca.
13) É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14) Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15) Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16) Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo ... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17) A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
18) Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19) Não abandone suas 3 grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé!
20) E entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é o que se fizer ser!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Churrasco na Pressão da Ana Maria Braga


Mais Você ensina espetinhos deliciosos de frango, coração e calabresa feitos na panela de pressão

ingredientes

carvão vegetal (+/- 6 pedaços)
ervas frescas de sua preferência (tomilho, louro, sálvia, alecrim)
4 gomos de lingüiça
3 sobrecoxas de frango
sal grosso ou o tempero seco que preferir
4 espetinhos que desejar (coração de frango, batata calabresa, cebola em cubos grandes

modo de preparo


ingredientes

carvão vegetal (+/- 6 pedaços)
ervas frescas de sua preferência (tomilho, louro, sálvia, alecrim)
4 gomos de lingüiça
3 sobrecoxas de frango
sal grosso ou o tempero seco que preferir
4 espetinhos que desejar (coração de frango, batata calabresa, cebola em cubos grandes

modo de preparo

1º - Pegue carvão vegetal (+/- 6 pedaços) e ervas frescas de sua preferência e embrulhe-os com papel alumínio, bem fechado. Coloque este embrulho no fundo de uma panela de pressão (4,5 litros).
Para um churrasco completo:

2º - Sobre este papel alumínio coloque:

ao redor da panela (encostando na lateral) 4 gomos de lingüiça, no centro do papel alumínio coloque 3 sobrecoxas de frango, temperadas com sal grosso ou o tempero que preferir. 3º - Ligue o fogo BAIXO, feche a panela de pressão e conte 20 minutos após pegar pressão.

4º - Retire imediatamente a pressão da panela, abra-a e retire as lingüiças.
Deixe as sobrecoxas, encoste-as na lateral da panela e coloque os espetinhos que desejar

1 espetinho de coração de frango
1 espetinho de batata calabresa
1 espetinho de cebola em cubos grandes 5º - Volte a panela ao fogo BAIXO, feche a panela de pressão e conte 15 minutos após pegar pressão.

6º - Retire imediatamente a pressão da panela, abra-a e retire os espetinhos e as sobrecoxas.

7º - Coloque sobre o papel alumínio 500 g de picanha (ou maminha ou contra-filé) temperada com sal grosso, volte a panela ao fogo BAIXO, feche e conte 20 minutos após pegar pressão.

8º - Retire imediatamente a pressão da panela, abra-a, retire a carne.
DICAS

Após fazer este churrasco, resfrie a panela para repetir o churrasco.
Não use a panela de pressão por mais de 2 horas seguidas. Dê este descanso.
Nunca use a panela de pressão em fogo alto.

Meus artesanatos

Quando não estou na cozinha, estou bordando ou fazendo trico ou pintando ou procurando alguma coisa pra fazer rsrs.
Aqui está alguns quadrinhos que andei pincelando pra matar o tempo, rsrs.











Lendas e superstições de Sexta-Feira 13



"Superstição" vem do latim superstitio, que significa "o excesso", ou também "o que resta e sobrevive de épocas passadas". Em qualquer acepção, designa "o que é alheio à actualidade, o que é velho". Transposto para a linguagem religiosa dos romanos, o vocábulo "superstitio" veio a designar a observância de cultos arcaicos, populares, não mais condizentes com as normas da religião oficial.

O número 13 é tido ora como sinal de infortúnio, ora de bom agouro.

O número 13

Símbolo de desgraça, já que 13 eram os convivas da última ceia de Cristo, e dentre eles, Jesus que morreu na sexta-feira foi, conseqüentemente, ligada ao horror que o número 13 provocava nas gerações cristãs. Por isso, muitas pessoas evitam viajar em sexta-feira 13; a numeração dos camarotes de teatro omite, por vezes, o 13; em alguns hotéis não há o quarto de número 13 - este é substituído pelo 12-a. Muitos prédio pulam do 12º para o 14º andar temendo que o 13º traga azar. Há pessoas que pensam que participar de um jantar com 13 pessoas traz má sorte porque uma delas morrerá no período de um ano. A sexta-feira 13 é considerada como um dia de azar, e toma-se muito cuidado quanto às atividades planejadas para este dia.
Como se vê, a crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é, estimado como símbolo de boa sorte.


O argumento dos optimistas baseia-se no facto de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.


As lendas

Além da justificativa cristã, existem 2 outras lendas que explicam a superstição. Uma Lenda diz que na Escandinava existia uma deusa do amor e da beleza chamada Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em uma bruxa exilada no alto de uma montanha. Para vingar-se, ela passou a reunir-se todas as sextas com outras onze bruxas e mais o demônio - totalizando treze - para rogar pragas sobre os humanos. Da Escandinava a superstição se espalhou pela Europa.

A outra lenda é da mitologia nórdica. No valha, a morada dos deuses, houve um banquete para o qual foram convidados doze divindades. Loki o espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu o favorito dos deuses. Este episódio serviu para consolidar o relato bíblico da última ceia, onde havia treze à mesa, às vésperas da morte de Cristo. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

Diz a Wikipedia que esta superstição tem como origem o dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França.


MAS O MAIS IMPORTANTE NISSO TUDO, É VOCE ACREDITAR QUE A FÉ É MAIOR QUE QUALQUER SUPERSTIÇÃO. QUE TEM ALGUÉM LÁ EM CIMA QUE TE PROTEJE E TE AJUDA. SE FIZER ISSO, NADA DEMAIS ACONTECE.

CHEF... PARABÉNS A TODOS CHEFS DE COZINHA PELO SEU DIA!!


Chef
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Chef

Chefs em treinamento, em Paris. Os cozinheiros às vezes são referidos como chefs, quando cozinham profissionalmente.
Ocupação
Tipo Profissão
Setores de atividade Arte culinária
Descrição
Educação requirida Escolas de culinária; ver treinamento europeu
Campos de trabalho Cozinhas, restaurantes, hotéis, navios, forças armadas
Empregos relacionados Cozinheiro, mestre-cuca

Chef ("chefe", em francês, por sua vez do latim caput, "cabeça", "líder") é o indivíduo que elabora os pratos e organiza toda a cozinha do restaurante além de supervisionar os serviços dos cozinheiros em hotéis, restaurantes, hospitais, residências e outros locais de refeições, planejando cardápios e elaborando o pré-preparo, o preparo e a finalização de alimentos, observando métodos de cocção e padrões de qualidade dos alimentos.

Um cozinheiro é a pessoa que prepara a comida para o consumo; em geral os cozinheiros são comandados por um chef de cozinha.
Índice


1 Organização básica de uma cozinha
1.1 Chef
1.2 Souschef
1.3 Chef de partie
1.4 Aboyeur
1.5 Boucher
1.6 Entremmétier
1.7 Guarde-manger
1.8 Légumier
1.9 Patissier
1.10 Poissonier
1.11 Potagier
1.12 Rôtisseur
1.13 Trancher =
1.14 Tournant =

Organização básica de uma cozinha

A equipe de um restaurante ou uma cozinha industrial é formada por uma brigada de profissionais em que cada um tem sua tarefa bem definida dentro de sua especialidade, todos comandados pelo chef. Não é incomum referir-se a cada um deles pelo nome de sua profissão no idioma francês.
Chef

O chef de cozinha, ou chef executivo, é o responsável por todas as coisas relacionadas à cozinha, que normalmente inclui a criação de menus, gestão, programação e folha de pagamento dos funcionários da cozinha inteira; ordenação e chapeamento de design.
Souschef

O chef de cuisine, Souschef (sub-chef da cozinha) é o assistente direto do chef executivo, o segundo no comando. Essa pessoa pode ser responsável por agendar a sua substituição e quando o chef executivo está de folga. O chef-sous pode também substituir ou auxiliar o Chef de Partie quando necessário. No entanto, não pode substituir posições menores na cozinha.
Chef de partie

O Chef de Partie, ou Chef de Partida, é o indivíduo encarregado a uma determinada área da produção. Nas grandes cozinhas, cada Chef de Partida pode ter vários cozinheiros e / ou assistentes.
Aboyeur

O Aboyeur é o responsável por levar o pedido da sala de jantar à cozinha. Pode também dar uns retoques nos pratos antes de serem levados, embora em geral seja feito por um Souschef ou um Chef Executivo.
Boucher

O Boucher ou Buchet, é o açougueiro da cozinha
Entremmétier

Prepara petiscos quentes e muitas vezes prepara as sopas, legumes, massas e féculas. Em um sistema completo de uma brigada, um Potagier prepara sopas e uma Legumier iria preparar legumes.
Guarde-manger

Responsável pela preparação de alimentos frios, que incluem saladas, aperitivos frios, patês e outros itens de charcutaria.
Légumier

Entremmétier que prepara Legumes.
Patissier

Prepara massas, doces e sobremesas.
Poissonier

Prepara os peixes, mas em geral não é o indivíduo que os abate. Prepara os molhos também.
Potagier

Entremmétier que prepara Sopas.
Rôtisseur

Prepara carnes assadas e ao vapor, com seu molho apropriado
Trancher =

De acordo com Silva Filho (1996) existe ainda o Trancheur, que trabalha na sala, em colaboração com o maître d`hotel. Responsável por preparar, diante dos fregueses, especialidades como crepe suzette ou camarão maire stuart, dentre outros.
Tournant =

Silva Filho (1996) acrescenta o Tournant que substitui folgas e férias. [1]

Grandes chefs

No México
Eduardo Osuna - Em 2006 foi premiado com o primeiro lugar no 1o Concurso Nacional Chef Criativo Nestlé

Na Austrália
Curtis Stone

O chef do Hotel Chatham, Paris, óleo sobre tela de William Orpen (1921).

No Brasil
Alex Atala - é destaque na imprensa especializada européia. Seu restaurante D.O.M. entrou para a lista dos 50 melhores do mundo em 2007;[2] em 2009 saltou para a posição #24.[3]
Emmanuel Bassoleil
Salvatore Loi
Alessandro Segatto
Marco Aurelio Nogueira
Laurent Suaudeau
Luciano Bossegia
Claude Troisgros
Olivier Anquier

Na Espanha
Ferran Adrià
José Andrés

Nos Estados Unidos
Anthony Bourdain
Emeril Lagasse
Tom Colicchio

Na França
Bernard Loiseau
Paul Bocuse
Alain Ducasse

Na Itália
Massimiliano Mariotta - Conhecido internacionalmente como o Mestre da Trufa.

Na Inglaterra
Gordon Ramsay
Heston Blumenthal
Jamie Oliver
Marco Pierre White
Nigella Lawson

Em Portugal
Vitor Sobral
José Serrano[4]
Pedro Gaspar Baroso - Chef Português no maior restaurante do Mundo - Hotel Armani - DUBAI desde Janeiro 2010

No Peru:
Gastón Acurio




Chapéu de cozinheiro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Le Chef de l'Hôtel Chatham, Paris - pintura de William Orpen
Modernos cozinheiros portando chapéus


O chapéu de cozinheiro surgiu na França, na Idade Média, numa época em que a função de cozinheiro era considerada tão importante que eles até recebiam o título militar de officiel de bouche (oficial da boca).

Dentro da cozinha existia uma hierarquia e as alturas variáveis dos chapéus identificavam o posto exercido por cada um, sendo que o chef usava sempre o chapéu mais alto enquanto os auxiliares mais simples vestiam apenas um boné.


Salve os Pretos velhos



Preto-velho
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Pretos-Velhos, entidades de Umbanda.

Pretos-velhos são espíritos que se apresentam em corpo fluídico de velhos africanos que viveram nas senzalas, majoritariamente como escravos que morreram no tronco ou de velhice, e que adoram contar as histórias do tempo do cativeiro. Sábios, ternos e pacientes, dão o amor, a fé e a esperança aos "seus filhos".

São entidades desencarnadas que tiveram pela sua idade avançada, o poder e o segredo de viver longamente através da sua sabedoria, apesar da rudeza do cativeiro demonstram fé para suportar as amarguras da vida, consequentemente são espíritos guias de elevada sabedoria geralmente ligados à Confraria da Estrela Azulada dentro da Doutrina Umbandista do Tríplice Caminho (AUMBANDHAM - alegria e pureza + fortaleza e atividade + sabedoria e humildade), trazendo esperança e quietude aos anseios da consulência que os procuram para amenizar suas dores, ligados a vibração de Omolu, são mandingueiros poderosos, com seu olhar prescrutador sentado em seu banquinho, fumando seu cachimbo, benzendo com seu ramo de arruda,rezando com seu terço e aspergindo sua água fluidificada, demandam contra o baixo astral e suas baforadas são para limpeza e harmonização das vibrações de seus médiuns e de consulentes. Muitas vezes se utilizam de outros benzimentos, como os utilizados pelo Pai José de Angola, que se utiliza de um preparado de "guiné" (pedaços de caule em infusão com cachaça) que coloca nas mãos dos consulentes e solicita que os mesmos passem na testa e nuca, enquanto fazem os seus pedidos mentalmente; utiliza-se também de vinho moscatel, com o que constantemente brinda com seus "filhos" em nome da vitória que está por vir.

São os Mestres da sabedoria e da humildade. Através de suas várias experiências, em inúmeras vidas, entenderam que somente o Amor constrói e une a todos, que a matéria nos permite existir e vivenciar fatos e sensações, mas que a mesma não existe por si só, nós é que a criamos para estas experiências, e que a realidade é o espírito. Com humildade, apesar de imensa sabedoria, nos auxiliam nesta busca, com conselhos e vibrações de amor incondicional. Também são Mestres dos elementos da natureza, a qual utilizam em seus benzimentos.

Os Pretos Velhos: Os espíritos da humildade, sabedoria e paciência.

Os Pretos Velhos são entidades cultuadas pelas religiões afro-brasileiras, em especial a Umbanda. Nos trabalhos espirituais desta religião, os médiuns incorporam entidades que possuem níveis de evolução e arquétipos próprios. Estas se dividem em três níveis:

As Crianças – chamadas eres, ou ibejis, representam a pureza, a inocência, daí sua característica infantil.

Os Caboclos – onde se incluem os Boiadeiros, Caboclos e Caboclas, representam a força, a coragem, portanto apresentam a forma do adulto, do herói, do guerreiro, do índio ou soldado.

Os Pretos Velhos – incluem os Tios e Tias, Pais e Mães, Avôs e Avós todos com a forma do idoso, do senhor de idade, do escravo. Sua forma idosa representa a sabedoria, o conhecimento, a fé. A sua característica de ex-escravo passa a simplicidade, a humildade, a benevolência e a crença no “poder maior”, no Divino.

Ficheiro:Pretos velhos.png
Casal de Pretos-Velhos

A grande maioria dos terreiros de Umbanda, assim também suas entidades possuem a fé Cristã, ou seja, acreditam e cultuam Oxala(no sincretismo com o catolicismo, Jesus). Entidades aqui tomada no sentido de espíritos que auxiliam aos encarnados, o mesmo que guia de luz.

A característica desta linha seria o conselho, a orientação aos consulentes devido a elevação espiritual de tais entidades, são como psicólogos, receitam auxílios, remédios e tratamentos caseiros para os males do corpo e da alma.

Os Pretos Velhos seriam as entidades mais conhecidas nacionalmente, mesmo por leigos que só ouviram falar destas religiões Afro-Brasileiras. O Preto Velho é lembrado também pelo instrumento que normalmente utiliza, o cachimbo.

Os nomes de alguns Pretos Velhos comuns de que se tem notícia são Pai João, Pai Joaquim de Angola, Pai José de Angola, Pai Francisco, Vovó Maria Conga, Vovó Catarina. Pai Jacó[1], Pai Benedito[2], Pai Anastácio, Pai Jorge, Pai Luís, Mãe Maria, Mãe Cambina, Mãe Sete Serras, Mãe Cristina, Mãe Mariana, Maria Conga, Vovó Rita, Vovó Joana dentre outros.

Na Umbanda os Pretos Velhos são homenageados no dia 13 de maio, data que foi assinada a Lei Áurea, a abolição da escravatura no Brasil.

Os pontos servem para saudar a presença das entidades, firmar sua força durante os trabalhos espirituais e envolver a todos presentes, mas principalmente aos médius de incorporação, como uma harmonia a ajudá-los a se desligarem para que esta ocorra.


"AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO".

Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, fumando o seu cachimbo um triste Preto Velho chorava. De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pela face e... Foram sete.

A Primeira... A estes indiferentes que vem no Terreiro em busca de distração, para saírem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber;

A Segunda... A esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam;

A Terceira... Aos maus, aqueles que somente procuram a umbanda em busca de vingança, desejando sempre prejudicar ao semelhante;

A Quarta... Aos frios e calculistas, que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma, e não conhecem a palavra gratidão;

A Quinta... Chega suave, tem o sorriso, o elogio da flor dos lábios, mas se olharem bem seu semblantes verão escrito: creio na Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se resolverem o meu caso ou me curarem disto ou daquilo;

A Sexta... Aos fúteis, que vão de centro em centro, não acreditando em nada, buscam aconchego, conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente;

A Sétima... Como foi grande e como deslizou pesada! Foi à última lágrima, aquela que vive nos olhos de todos os Orixás. Aos médiuns vaidosos (as), que só aparecem no Centro em dia de festa e faltam as doutrinas. Esquecem que existem tantos irmãos precisando de caridade e tantas criancinhas precisando de amparo material e espiritual.

As Sete Lágrimas De Um Preto Velho

Nossa Senhora de Fátima



Três crianças, Lúcia de Jesus dos Santos (de 10 anos), Francisco Marto (de 9 anos) e Jacinta Marto (de 7 anos), afirmaram ter visto Nossa Senhora no dia 13 de Maio de 1917 quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Aljustrel, pertencente ao concelho de Ourém, Portugal.

Segundo relatos posteriores aos acontecimentos, por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, as crianças teriam visto uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo depois, outro clarão teria iluminado o espaço. Nessa altura, teriam visto, em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol".

Segundo os testemunhos recolhidos na época, a senhora disse às três crianças que era necessário rezar muito e que aprendessem a ler. Convidou-as a voltarem ao mesmo sítio no dia 13 dos próximos cinco meses. As três crianças assistiram a outras aparições no mesmo local em 13 de junho, 13 de julho e 13 de setembro. Em agosto, a aparição ocorreu no dia 19, no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque as crianças tinham sido levadas para Vila Nova de Ourém pelo administrador do Concelho no dia 13 de agosto.
A famosa "Capelinha das Aparições" em Fátima (que marca o local exacto onde Nossa Senhora apareceu aos três pastorinhos).

A 13 de outubro, estando presentes na Cova da Iria cerca de 50 mil pessoas, Nossa Senhora teria dito às crianças: "Eu sou a Senhora do Rosário" e teria pedido que fizessem ali uma capela em sua honra (que atualmente é a parte central do Santuário de Fátima). Muitos dos presentes afirmaram ter observado o chamado milagre do sol, prometido às três crianças em julho e setembro. Segundo os testemunhos recolhidos na época, o sol, assemelhando-se a um disco de prata fosca, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra. Tal fenómeno foi testemunhado por muitas pessoas, até mesmo distantes do lugar da aparição. O relato foi publicado na imprensa por vários jornalistas que ali se deslocaram e que foram testemunhas do fenómeno. Contudo, há testemunhos de pessoas que afirmaram nada ter visto, como é o caso do escritor António Sérgio, que esteve presente no local e testemunhou que nada se passara de extraordinário com o sol, e do militante católico Domingos Pinto Coelho, que escreveu na imprensa que não vira nada de sobrenatural. Entretanto, testemunhas da época afirmaram que o facto não aconteceu com o sol (este ficou do mesmo tamanho) mas sim com um objecto luminoso que se destacou no céu, girando sobre si próprio e mudando de cor.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa doroteia, Nossa Senhora ter-lhe-á aparecido novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13 para 14 de Junho de 1929, no Convento de Tui), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração.

Anos mais tarde, nas suas Memórias, Lúcia contou ainda que, entre abril e outubro de 1916, teria já aparecido um anjo aos três pastorinhos, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência, e afirmando ser o "Anjo de Portugal".

Este anjo teria ensinado aos pastorinhos duas orações, conhecidas por Orações do Anjo, que entraram na piedade popular e são utilizadas sobretudo na adoração eucarística.

Segredo de Fátima


Primeiro Segredo

A visão do Inferno:

Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados neste fogo os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saíam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe do Céu, que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição)! Se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.[2]

Segundo Segredo


A devoção ao Imaculado Coração de Maria e a conversão da Rússia:

Em seguida, levantamos os olhos para Nossa Senhora que nos disse com bondade e tristeza:

Vistes o Inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu disser salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite, alumiada por uma luz desconhecida,[3] sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo pelos seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a Comunhão Reparadora nos Primeiros Sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz, se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.[4]

Terceiro Segredo

Ver artigo principal: Terceiro segredo de Fátima

Trata-se duma visão profética semelhante às da Sagrada Escritura que se refere sobretudo à luta dos sistemas ateus contra a Igreja e descreve o sofrimento dos cristãos do século XX.[5]

Aparições de Nossa Senhora
13 de Maio de 1917

A imagem de Nossa Senhora na Capelinha das Aparições em Fátima.

Brincavam os três pastorinhos na Cova da Iria, uma pequena propriedade pertencente aos pais de Lúcia, localizada a 2,5 km de Fátima, quando por volta do meio-dia e depois de rezarem o terço, observaram dois clarões como se fossem relâmpagos. Com receio de começar a chover, reuniram o rebanho e decidiram ir-se embora, mas no caminho e logo abaixo, outro clarão teria iluminado o espaço. Nesse instante, teriam visto em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), "era uma Senhora vestida de branco e mais brilhante que o Sol, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente", descreve Lúcia. "A sua face, indescritivelmente bela não era nem triste, nem alegre, mas séria, com ar de suave censura. As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito e voltadas para cima. Da mão direita pendia um rosário. As vestes pareciam feitas só de luz. A túnica era branca e branco o manto, orlado de ouro que cobria a cabeça da Virgem e lhe descia até aos pés. Não se Lhe viam os cabelos nem as orelhas." Os traços da fisionomia Lúcia nunca pôde descrevê-los, pois a sua formusura não cabe em palavras humanas. Os videntes estavam tão pertos de Nossa Senhora - a um metro de distância, mais ou menos - que ficavam dentro da luz que A cercava, ou que Ela espargia. O colóquio inicia-se da seguinte maneira:
Nossa Senhora: - Não tenhais medo. Eu não vos faço mal. Lúcia: - Donde é Vossemecê? - Sou do Céu (e Nossa Senhora ergueu as mãos apontando o Céu). - E que é que Vossemecê me quer? - Vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos, no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Depois voltarei ainda aqui uma sétima vez. - E eu também vou para o Céu? - Sim, vais. - E a Jacinta? - Também. - E o Francisco? - Também, mas tem que rezar muitos terços. - A Maria das Neves já está no Céu? (Lúcia referia-se a uma mulher que tinha morrido recentemente) - Sim, está. - E a Amélia? - Estará no Purgatório até ao fim do mundo. Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores? - Sim, queremos. - Ides pois ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto. "Foi ao pronunciar estas últimas palavras que abriu pela primeira vez as mãos comunicando-nos uma luz muito intensa, como que reflexo que delas expedia, que nos penetrava no peito e no mais intimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente do que nos vemos no melhor dos espelhos. Então, por um impulso intimo também comunicado, caímos de joelhos e repetimos intimamente ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro, meu Deus meu Deus eu Vos amo no Santíssimo Sacramento. Passados estes momentos, Nossa Senhora acrescentou: - Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra (na altura desenrolava-se a Primeira Guerra Mundial).
"Em seguida começou a elevar-se serenamente em direção ao nascente até desaparecer na imensidade da distância. A luz que A circundava ia como que abrindo um caminho no cerrado dos astros".[6]

sábado, 7 de maio de 2011

MÃES...ESQUECIDAS






MÃES...ESQUECIDAS
Marcial Salaverry

Ser mãe, diz o ditado, é desfiar fibra por fibra do seu coração.
Na verdade, ser mãe é viver a suprema emoção,
de sentir dentro de seu ventre uma vida se desenvolver...
E depois, emocionada,
vê-lo nascer...
Ouvir seus primeiros vagidos,
música para seus ouvidos.
Seus primeiros passos orientar...
Para a vida o preparar...
Durante sua caminhada, sempre ao lado,
acompanhando cada passo dado...
Esquece-se de sua vida,
dedicando-se em sua lida,
sempre por seu futuro zelar.
Cada detalhe importante controlar...
“Filho criado, trabalho dobrado”,
diz o velho ditado... muito acertado.
Os anos vão passando,
os cuidados aumentando...
Os anos de infância para trás ficaram...
Novas preocupações vieram...
Namoros... vícios... drogas... e lá se vai
a tranquilidade da mamãe... e do papai...
E depois... vem o esquecimento...
Resta o triste lamento
de ser pelos filhos esquecida.
Que, ocupados em sua nova vida,
mal se lembram da velha mãe que por eles viveu.
Nem querem mais saber...
Talvez dela se lembrem...
somente quando ela morrer...
E então,
o tempo perdido lamentarão...

FELIZ DIA DAS MÃES...MESMO AS ESQUECIDAS...



A todas as mães esquecidas
Quantos momentos sentidos
Como vidas perdidas

Coração de mãe
Treme, balança pelo seu maior bem
Filho seu, é tudo o que na vida tem

Tu, tu aí que me ouves, me escutas
Parece-te bem, iludir teu maior bem?
Nada na alma te diz,
Nela estar tua raiz?

Repara bem, no olhar de mãe …
carinho, colo, desassossego
Ternuras, mimo, Amor
É só o que ele contém

Coração de mãe
Não o subestimes
Não o substituas
Pelo de ninguém

(Mea culpa, mea culpa,
no meio de ambições
Esquecemos os corações)

( juvepp)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

BOLO PRESTÍGIO DE GALA DO CHEF ÀLVARO RODRIGUES


BOLO PRESTÍGIO DE GALA (DIA A DIA)



Ingredientes

4 ovos tipo jumbo inteiros (60 g cada) - gemas peneiradas
1 colher (chá) de essência de baunilha
350 g de açúcar refinado
180 ml de óleo de milho ou de girassol
240 ml de água filtrada e fervente
70 g de cacau ou chocolate em pó peneirado
240 g de farinha de trigo
1 colher (chá) rasa de bicarbonato de sódio
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 pitada de sal

Modo de Fazer

Bata no liquidificador as claras, as gemas peneiradas e a baunilha. Junte o açúcar, aos poucos, e continue batendo por uns três minutos. Em seguida agregue o óleo, a água fervente, o cacau em pó e bata bem. Despeje a mistura obtida em uma tigela e agregue os ingredientes secos peneirados juntos e envolva rapidamente com auxílio de um fouet até obter uma massa lisa e homogênea. Distribua a massa em uma fôrma de 24 cm de diâmetro untada e forrada com papel manteiga e leve ao forno preaquecido à 180ºC até que o bolo esteja dourado e firme ao toque. Deixe esfriar, corte em três discos e empregue na montagem.

Calda para Regar

200 ml de água filtrada e fria
100 g de açúcar granulado
25 ml de licor amaretto ou conhaque

Modo de Fazer

Em uma panela pequena misture a água e o açúcar e leve ao fogo até abrir fervura e deixe por mais três minutos. Desligue o fogo, deixe amornar e agregue o licor. Empregue.

Creme Prestígio

1 lata de leite condensado
50 g de açúcar refinado
30 g de amido de milho
30 g de farinha de trigo
150 g de coco fresco ralado em flocos ou hidratado
720 ml de leite UHT Integral
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 colher (chá) rasa de essência de coco de boa qualidade
1 colher (sopa) de licor de coco

Modo de Fazer

Em uma panela média coloque o leite condensado, o açúcar, o amido de milho, a farinha de trigo e misture até ficar hoogêneo. Junte o coco fresco, o leite e leve ao fogo, mexendo sempre, até obter um creme firme. Por último agregue os aromas, espalhe em um refratário retangular grande, cubra com filme plástico e deixe esfriar completamente. Empregue na montagem do bolo.

Ganache de Coco

400 g de chocolate cobertura ao leite
1 lata de creme de leite com o soro ou UHT (300 g)
1 colher (sopa) de glucose de milho
10 g de manteiga extra sem sal
1 colher (café) de essência de coco
50 g de coco ralado fresco ou hidratado

Modo de Fazer

Em uma tigela grande coloque todos os ingredientes, exceto o coco fresco e leve ao fogo em banho maria ou no forno microondas até obter um creme liso e brilhante. Reserve 1/2 xícara (chá) desta ganache e, ao restante, agregue o coco ralado fresco. A ganache reservada será utilizada para a cobertura da lateral do bolo.

Decoração

100 g de chantilly batido normalmente
50 g de raspas de chocolate ou chocolate granulado
100 g de coco em flocos ou em fitas finas

Montagem do Bolo: Utilizando um aro de 24 cm de diâmetro, inicie a montagem do bolo intercalando um disco de massa levemente regado com a calda de chocolate, espalhe por cima toda a Ganache de Coco, outro disco de massa regada, Creme Prestígio e finalize com o último disco de massa regada. Em seguida cubra o bolo com filme plástico e leve-o à geladeira por algumas horas ou até o dia seguinte. No dia seguinte, desenforme o bolo, espalhe a ganache reservada em toda a lateral e o chantilly em toda a superfície. Por último aplique as raspas de chocolate ou o granulado na lateral e decore com o fogo na superfície.

Rendimento: 20 porções

Receita de Bolo de Chocolate





Receita de: Bolo de Chocolate
Ingredientes

Bolo

* 3 xícaras de chá de farinha de trigo
* 2 xícaras de chá de açúcar
* 1 xícara de chá de chocolate
* 1 xícara de chá de óleo
* 2 ovos inteiros
* 1 colherinha de chá de bicarbonato
* 1 colher de sopa de pó royal

Glacê de chocolate

* 5 colheres de sopa de açúcar
* 5 colheres de sopa de nescau
* 1 colher de sopa de manteiga

Modo de Preparo

Bolo

Por todos os ingredientes em uma tijela e despejar por cima, 2 xícaras de água fervendo, misturar bem e assar em assadeira untada e polvilhada com farinha .

Glacê

Mistura-se tudo e quando tirar o bolo do forno, passa-se o glacê em cima enquanto o mesmo ainda estiver quente.

PRAIA... MAR... SOL...


(PRAIA DE SANTOS/SP)

Nas ondas da praia
Nas ondas do mar
Quero ser feliz
Quero me afogar.

Nas ondas da praia
Quem vem me beijar?
Quero a estrela-d'alva
Rainha do mar.

Quero ser feliz
Nas ondas do mar
Quero esquecer tudo
Quero descansar.

(Estrela da Manhã)
Manuel Bandeira

domingo, 1 de maio de 2011

Pavê de Nozes com Biscoito de Chocolate inspirado no casamento real



Foto: Divulgação/Adria Zoom Pavê de Nozes com Biscoito de Chocolate

PROGRAMA DIA DIA / BAND

Ingredientes:
Creme Inglês com Nozes
½ litro de leite
5 gemas
150g de açúcar
1 colher (sopa) de maisena
2 gotas de essência de baunilha
400g de nozes, moídas

Calda Caramelada
1 xícara (chá) de açúcar
1 ½ xícara (chá) de leite

Para a montagem
½ pacote de biscoito maizena (400g)
1 xícara (chá) de licor de chocolate
1 pacote de tortinhas chocolate (140g)
nozes picadas para decorar

Modo de Preparo:
Comece preparando o creme inglês com nozes. Ferva o leite e deixe amornar. Passe as gemas pela peneira e leve-as à batedeira com o açúcar e bata até ficarem esbranquiçadas. Junte o leite aos poucos, acrescente a maisena e leve ao fogo baixo mexendo sempre até engrossar. Retire do fogo, acrescente a essência de baunilha, as nozes moídas e mexa delicadamente. Deixe esfriar.

Para a calda
Numa panela pequena, derreta o açúcar até o ponto de caramelo. Acrescente o leite e ½ xícara (chá) de água e mexa até dissolver todo o caramelo formado. Retire do fogo e reserve.

Montagem
Leve ao processador o Tortinhas Chocolate Adria e bata até obter uma farofa, reserve. Monte o pavê de nozes num refratário médio da seguinte maneira: biscoito Maizena Adria umedecidos no licor de chocolate, creme inglês com nozes, calda caramelada, biscoito Maizena Adria umedecidos no licor de chocolate, creme inglês com nozes, calda caramelada, finalize com a farofa de Tortinhas Chocolate Adria e decore com nozes picadas. Leve à geladeira por 2 horas antes de servir.


Redatora: Clarissa Mirzeian

Crostoli






Crostoli


1 kg de farinha de trigo
3 ovos
1 c. de sopa de margarina
1c. de sopa de bicarbonato em pó
1 x. de chá de leite
1 x de chá pinga + ou –
3 x de açúcar
1 litro de óleo pra fritar
Açúcar, canela ou mel p/ polvilhar .

Amasse tudo , abra com o rolo
( dê um talho no meio p/ a massa inchar)
Frite em óleo quente. Passe no açúcar e canela.. dura 1 mês em lata bem fechada.

sábado, 30 de abril de 2011

Poemas -> Amizade : É TEMPO DE COMEÇAR


É tempo de começar
nossa vida endireitar
que o tempo que já passou
regressar jamais ousou
e não podendo recriar
é tempo de começar !

É tempo de começar
a semente a joeirar
qu' o arado já lavrou
toda a terra revirou
e não indo a releivar
é tempo de começar !

É tempo de restaurar
as ideias renovar
que a razão que razoou
refrear jamais gizou
e não tendo que pensar
é tempo de começar !

É tempo de renascer
ver os frutos a crescer
qu' esta mão que trabalhou
nunca tanto retalhou
e não qu' rendo mais perder
é tempo de renascer !

É tempo de levantar
e da alma refrescar
qu' este sonho que findou
jamais q’ uma vez voltou
e p’ ra não mais s' afastar
é tempo de começar !


Frassino Machado
In AS MINHAS ANDANÇAS



sexta-feira, 29 de abril de 2011

Lindo Final de Semana

Mensagens para Orkut

Nunca foram tão lindos os recados de Fim de Semana

Se alguém perguntasse a mim o que é ruim,
o que é bom, responderia em bom tom:
O bom prá burro é capim,
para quem bebe, um bom gim.
O bom mesmo é a Liberdade.
Se é ruim a Falsidade.
O AMOR é sempre fecundo, mas nada é
melhor neste mundo...
Que o Prazer da sua Amizade.

Lindo final de semana!!! ( José S.Santos)

MEUS ARTESANATOS 1